sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

AQUECIMENTO GLOBAL

               Temperatura média de 2011 foi a décima mais alta desde 1850
     
        
     De acordo com o relatório, a década entre 2002 e 2011 foi a mais quente de todos os tempos, registrando 0,46°C acima da média de longo prazo. Também foi citada a alta concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, além da possibilidade da temperatura ultrapassar a meta de 2°C, o que poderia desencadear alterações irreversíveis no planeta. A extensão de gelo do mar Ártico atingiu o segundo nível mais baixo e seu volume foi o mais baixo já registrado.
         A temperatura média de 2011 foi a décima mais alta desde 1850 e a mais alta em anos que ocorreram o La Ninã, evento responsável pelo esfriamento da atmosfera. Esses dados da Declaração sobre o Status do Clima Global  foram divulgados  nesta terça-feira (29/11) pela Organização Mundial de Meteorologia durante a Conferência sobre Mudanças Climáticas em Durban, África do Sul.
       Fora a alteração das temperaturas atmosféricas, o La Ninã, fenômeno de esfriamento das águas do Pacífico ocorrido no fim do ano até maio de 2011, teria influenciado secas na África Oriental, nas ilhas do centro do Pacífico equatorial e no sul dos EUA, além de enchentes no sul da África e da Ásia, leste da África, América do Sul e Central.
Fonte: Nações Unidas do Brasil
     

quinta-feira, 28 de julho de 2011

HOMO POLLUTIONIS - Seria esse nosso futuro?

Muitos animais sofreram alterações à medida que se modificou o ambiente do planeta. Será  que o mesmo não poderia acontecer com o homem, de tal modo que seu corpo se adaptasse ao ambiente poluído? Se isso ocorresse, talvez o homem do futuro ficasse mais ou menos assim:

A membrana nictitante, que é a terceira pálpebra (existente nos répteis e nas aves e representada, no homem, por uma saliência localizada no canto interno do olho, a carúncula), tornaria a se desenvolver e seria transparente, dando ao homem uma proteção extra contra o excesso de acidez proveniente das emanações sulfúricas da poluição. A musculatura do pavilhão auditivo poderia se modificar de forma a se tornar semelhante à da orelha do hipopótamo, que tem a possibilidade de fechar o meato auditivo, quando vai mergulhar, para que não entre água. No homem, a orelha seria fechada sempre que o excesso de ruído fosse ensurdecedor. O nariz, um filtro biológico maravilhoso, apresenta no seu interior uma série de ossículos que formam uma verdadeira câmara de decantação, através da qual o ar vai passando, dando voltas e deixando as partículas e poeiras grudadas no muco. Pois bem, a quantidade de poeira, no futuro seria tão grande que apenas duas narinas não seriam suficientes para filtrá-las. Seriam necessárias pelo menos meia dúzia delas.
As bochechas poderiam se desenvolver de maneira semelhante às do castor e outros roedores, que mastigam o alimento e o armazenam na boca para que seja digerido pela saliva. Se a nossa saliva, por mutações, adquirisse enzimas despoluidoras, o alimento altamente contaminado com os pesticidas e outros tóxicos poderia ser descontaminado e, depois de algumas horas, engolido sem riscos de envenenamento.
            Para que o homem pudesse aproveitar o pouquíssimo oxigênio ainda existente no ar, precisaria de pelo menos o dobro da atual capacidade pulmonar.
            Passando sentado a maior parte do tempo, pernas e braços tenderiam a se atrofiar, ao mesmo tempo que as nádegas desenvolveriam protuberâncias  semelhantes a almofadas.
            Devido à destruição da camada de ozônio, a penetração dos raios ultravioletas seria muito grande. Como consequência , o homem ficaria sem pêlos e a maioria dos gametas seria esterilizada. Para que alguns gametas pudessem sobreviver, a capacidade de produção e armazenamento dos órgãos sexuais precisaria ser extremamente aumentada. Completando, esse homem do futuro teria o dedo indicador espatulado para melhor apertar os botões de seus inúmeros aparelhos.


Fonte: Paul Ehrlich      

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Selos de Eficiência Energética


    Os produtos etiquetados que apresentam o melhor desempenho energético em sua categoria poderão também receber um selo de eficiência energética. Isto significa que estes produtos foram premiados como os melhores em termos de consumo específico de energia e faz a distinção dos mesmos para o consumidor. Para os equipamentos elétricos domésticos etiquetados é concedido anualmente o Selo Procel. Para aparelhos domésticos a gás é concedido o Selo Conpet.



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